Consumo de Substâncias
As substâncias nocivas são todas aquelas que têm potencial para causar danos agudos ou crónicos para a saúde humana. Os mais comuns entre os jovens são o consumo de substâncias psicoativas, como o álcool, o tabaco e a cannabis.
As drogas não são todas iguais quanto à sua toxicidade: algumas são muito tóxicas, outras podem ser ingeridas de forma controlada por muitas pessoas sem causarem um problema maior. o que atribui perigosidade real, assim como o que induz e mantém o seu consumo é um conjunto de fatores relacionados com as propriedades farmacológicas da substância, as características psicológicas do consumidor e o ambiente social que o rodeia.
Nesta página poderás encontrar informação sobre diversas substâncias, explicações relevantes sobre os consumos e as suas consequências e dicas sobre como reduzir os mesmos.
DESCOBRE+ SOBRE CONSUMO DE SUBSTÂNCIA
Dor de cabeça, ansiedade antes de um teste, insónias ocasionais… - quem nunca sentiu a tentação de recorrer a uma medicação que tivesse por casa?! Talvez um comprimido que sobrou de uma receita antiga, ou algo que “resultou com um/a amigo/a”. Porém, tomar medicação sem prescrição médica pode trazer riscos reais, mesmo quando parece inofensivo. A prática da automedicação é mais comum do que se pensa, especialmente entre jovens que procuram um alívio rápido de sintomas físicos ou emocionais. No entanto, esta decisão, aparentemente simples, pode ter consequências sérias para a tua saúde.
Depois da euforia, da música alta, dos brindes e das noites longas, chega o dia seguinte… e com ele, muitas vezes, a temida ressaca. Dor de cabeça, enjoo, sensibilidade à luz e aquele arrependimento silencioso — soa-te familiar? Não há milagres, mas há formas de minimizar o impacto e cuidar do teu corpo depois de um exagero. E o melhor: começa antes da festa.
A Semana Académica é feita de intensidade — música alta, noites longas, reencontros, risos e muitos brindes. Mas mesmo no meio da festa, é importante saber ouvir o teu corpo e perceber quando ele está a dizer “chega”. Nem sempre ultrapassar os limites acontece de forma consciente. Às vezes acontece devagar, entre um copo a mais e um "estou bem" dito por hábito. O problema? O corpo sabe antes de tu admitires.