COMO POTENCIAR O ESTUDO & DESEMPENHO
Simples gestos que podem aumentar o teu sucesso.
A maioria dos estudantes experimenta stresse durante a época de exames (e outros momentos de avaliação, como a apresentação em público de trabalhos), o que pode funcionar como desafio e estímulo ao esforço se gerido com eficiência, mas, se excessivo, pode interferir negativamente na saúde física e psicológica, comprometendo o bem-estar e até o desempenho académico. Assim, importa teres presente um conjunto de estratégias que possam ajudar na gestão saudável do stresse e na promoção da tua qualidade de vida, particularmente durante o período de avaliações.
SINTOMAS PROVÁVEIS
MOTIVOS DO STRESSE DE AVALIAÇÃO
Se estiveres capaz de identificar os motivos por trás do stresse que estás a experimentar, ajuda a decidir as estratégias mais ajustadas para reduzir o desconforto e aumentar o bem-estar.
PERGUNTAS IMPORTANTES
O QUE PODE AJUDAR
A forma mais eficiente para reduzir o stresse de avaliação parece combinar o desenvolvimento de competências (neste caso, de estudo) com estratégias de ajustamento comportamental/emocional/cognitivo (como estratégias de redução de stresse).
10 FORMAS DE MELHORAR O ESTUDO
MAS NÃO BASTA ESTUDAR, TAMBÉM TENS DE CUIDAR
A neurociência tem vindo a mostrar que a aprendizagem acontece melhor se estivermos bem, pelo que importa cuidarmos da nossa saúde e bem-estar para potenciar a produtividade do nosso estudo. Dormir menos, fazer diretas, estudar sem pausas, estar muitas horas sem comer ou decidir por uma alimentação menos saudável pode comprometer a tua disposição física, psicológica e emocional para um estudo eficiente e, portanto, para um desempenho positivo.
10 FORMAS DE MELHORAR O TEU DESEMPENHO
PÔR EM PRÁTICA
FRASES INSPIRACIONAIS
CURIOSIDADE
/ O CÉREBRO (NÃO) É UM COMPUTADORDurante muito tempo pensou-se que a razão e a emoção seriam coisas diferentes e separáveis - mais, que a emoção influenciaria negativamente o pensamento, que se desejaria mais racional - até a neurociência atual nos dizer, claramente, que não se pode pensar sem sentir. Isto porque o nosso processamento de informação não é como o de um computador, que processa, analisa, armazena, categoriza e classifica sem uma leitura emocional (mas apenas racional ou algorítmica) – nós, humanos, temos um cérebro com emoções e sentimentos que condicionam os processos mentais mais complexos, como a tomada de decisão e o planeamento, dando uma orientação subjetiva baseada no que estamos a sentir. Assim, para a aprendizagem acontecer (leia-se estudo, também), importa que nos sintamos seguros, confortáveis e até motivados com as tarefas que temos para concretizar – se nos sentirmos ameaçados, desconfortáveis, inseguros, a acessibilidade a funções cognitivas superiores (como a retenção, o planeamento, a monitorização e a verificação) fica comprometida e, inevitavelmente, também o processo de aprendizagem. Por isso, é fundamental que nos sintamos bem e cuidemos do nosso universo emocional (nos tornarmos mais competentes a regular as nossas emoções – identificar o que estamos a sentir, explorar os motivos, saber expressar e usar estratégias para mudar positivamente o nosso estado) para que a aprendizagem possa ser significativa e o desempenho favorável.