Há pessoas que passam anos a:
esconder partes de si
medir palavras
alterar gestos
evitar conversas
fingir conforto
Só para tentar sentir que pertencem.
Nem toda a gente chega à universidade a sentir-se segura:
no próprio corpo
na própria identidade
nas próprias relações
ou no espaço que ocupa
O orgulho não nasceu da facilidade.
Nasceu de pessoas que sobreviveram anos a sentir:
que tinham de esconder partes de si,
que eram “demasiado”,
que precisavam de mudar para serem aceites,
ou que não havia espaço para serem quem eram.
E talvez o orgulho também seja isto:
🌈 encontrares pessoas seguras
🌈 respirares um pouco melhor
🌈 deixares de pedir desculpa por existir
🌈 perceberes que tens alguém
Toda a gente merece espaços onde não tem de se apagar para pertencer. 💛
No IPVC, o Gabinete de Saúde e o Projeto Petúnia procuram ser espaços dedicados, seguros, de escuta, cuidado e respeito pela diversidade. 🌈
Feliz Mês do Orgulho LGBTQIA+
